Espetáculo de dança contemporânea integrante da bolsa de circulação da Rede Azul.
QUATRO. Como o estádio final que deixou vazio um dos quatro lugares à nossa mesa.
QUATRO. Como as paredes que nunca foram altas o suficiente para impedir a luz de entrar.
QUATRO. Como os tempos que conto antes de viver o meu sonho feito de movimento.
QUATRO. Como os cantos de um palco onde o nada e o tudo se cruzam num só espaço.